Publicado por: José A Oliveira | outubro 26, 2009

A negação do EU, Por que é necessária?

Pr Oliveira

A negação do EU, Por que é necessária?

 (Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me; (Mateus capítulo 16, versículo 24).

 O homem busca motivo para servir a Deus, e foi por isso que decidi escrever sobre esse tema. Creio que Deus o usara a seu favor. Leia com atenção e se quiser argumentar comigo eu aceito.

 Deus jamais ordenou a quem quer que seja algum mandamento que não tivesse fundamental importância para o bem estar e felicidade do homem. Entretanto, o homem não é liberal para com seu criador; antes é de coração indomável e duro no servir. Reluta para não seguir seus conselhos. Qual é o fundamento dessa atitude adversa ao amor do Senhor? Quem teria nos instigado para um comportamento tal como esse? A resposta encontra-se bem aqui; na Bíblia. “Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal” (Gênesis capítulo 3, versículos 4 e 5). Você não acha estranho Deus não querer compartilhar a sua glória com o homem criado à sua imagem conforme a semelhança? Bem vamos ver quanto é possível saber quantas vezes o Senhor a quis compartilhar: em primeiro lugar, Deus quer compartilha a sua SANTIDADE; veja o exemplo, “mas como é santo aquele que vos chamou – sede vós também santos em todo o vosso procedimento” (I Pedro capítulo 1, versículo 15). E em segundo lugar Deus quer compartilha a sua PERFEIÇÃO. Prossiga examinando as escrituras. “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial” (II Corintios capítulo 13, versículo 48). E finalmente, Deus quer compartilhar a sua NATUREZA conheça essa passagem bíblica, “para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus” (São Mateus 5. 45). Quanto à santidade é exatamente a virtude que a serpente estava corrompendo no homem, quando fala ao primeiro casal, Adão e Eva. Corrompia também a perfeição, pois se assim não fora não procuraria induzi-los ao erro: Certamente não morrereis. É certo que não estava em satanás à natureza divina, pois o filho procura satisfazer a vontade de seu pai. Conheça as palavras do Senhor Jesus dirigindo-se aos rebeldes e incrédulos de Israel. Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai (João capítulo 8, versículo 44), logo se a serpente não queria fazer a vontade de Deus, não poderia desejar bem algum ao homem. Por isso procurava persuadi-lo a se tornar inimigo do seu criador resistindo-lhe a palavra.

 Se você me permitir farei uma simulação de comportamento da serpente (diabo) para sabermos o que está por traz das suas palavras; “e sereis como Deus”. O homem teria de provar do fruto do conhecimento para se tornar como Deus. Isso é atribuir a Deus a condição de pecador. O que é impossível, pois Deus não pode contrariar sua própria natureza e conhecer o mal. seria uma contradição, pois um ser onisciente nada desconhece. É possível que a serpente quisesse introduzir outra divindade para ser adorado pelo homem; e para isso usou o mesmo título; Deus.  EIS A FRASE SIMULADA DE QUE FALEI: “vossos olhos se abrirão, e sereis como EU”. Perceba que a penas tirei a palavra “DEUS” e coloquei a palavra “EU” e o eis o teorema. Para descobrir a intenção do inimigo e como ele foi sagas. Assim se introduziu no mundo com um deus. Se por acaso você não consegue entender esta intelecção peça a Deus um revelação para tal, pois é bem provável que o inimigo tenha feito com você o mesmo que fez com Adão. Estou muito seguro em afirmar minha proposição sobre as bases de que há no universo três coisas que não mudaram desde a eternidade: a primeira é a realidade de que Deus nunca deixou de ser Santo; a segunda e o fato de que o homem nunca deixou de ser pecador; e por ultimo a inegável realidade manifesta no comportamento do homem sem que no mundo e que Satanás nunca deixou de maligno. Leia esse texto das escrituras: 4. 3-4 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, é naqueles que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus (II Corintios capítulo 4, versículo 4

). Foi por isso que Adão não viu a glória de Deus, porque o diabo o segou. E a glória de Deus é também a imutabilidade de sua Santa Palavra (Malaquias capítulo 6, versículo 6).  

 Por tudo isso, volto afirmando que a vontade do diabo é que o homem fosse como ele! Um homicida. O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir (Evangelho de São João capítulo10, versículo 10). Caro leitor, e não foi exatamente o que o homem se tornou? Desde o primeiro homicídio passando pelas gerações seguintes até os dias de Jesus Cristo e chegou a nós. Mortes e horrores bárbaros e horrendos parricídios, matricídios, homicídios, abortos, tudo isso revela a personalidade satânica no homem que é enganado pelo diabo com falsas mensagens. E com essas, os leva a morte e consequentemente aos infernos. Ao contrario a doce palavra do Senhor Jesus nos ensina no Evangelho de João: Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram (Evangelho de São João Capítulo10, versículos 8 e 9).

. Eis, portanto o “EU” que Cristo Manda negar; o eu do Diabo.

 São João capítulo 26 e versículo 27-28: Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão.

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Publicado por: José A Oliveira | outubro 26, 2009

Quem pecou. Ele ou seus pais?

PR Oliveira

Quem pecou. Ele ou seus pais?

E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. João 9.2-3. Não importa o que aconteça, sempre haverá a repetição das mesmas coisas. O Senhor Jesus sempre tem a resposta certa para a nossa indagação. Quem pecou para que alguém seja tão infeliz? Nossa infelicidade acontece quando escolhemos algo que não tenha valor eterno, e que não seja um bem real. Quando nossa alma escolhe algo para si que não tem valor para com Deus, ela está escolhendo se rebaixar ao nível da irracionalidade. Isso equivale a descer ao nível da criatura inferior. Por essa escolha jamais sentirá a benção de Deus porque não há recompensa para a formiga por cortar a folha, nem para o vento por soprar a terra. Como também não haverá recompensa nem castigo para os irracionais quando devoram ou poupam os de sua espécie. Desde o principio o homem sempre procura um responsável para justificar sua vontade e manter a condição de pecador, não ignoramos isso! O marido põe a culpa na mulher pelo mau comportamento dos filhos. Os filhos culpam os pais por sua incapacidade até mesmo em conseguir um emprego. A nação culpa o governo por não conseguir emprego. Mas, a bíblia é enfática: II Reis 14.6… Cada um será morto pelo seu próprio pecado. O meu fracasso não é responsabilidade de ninguém porque sou senhor de minha decisão. Posso prever meu futuro pelo meu comportamento no presente. Jesus advertiu, o homem prudente constrói sua casa na rocha. Mateus 07. 24. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Quando falo em coisas firmes advirto: como vai ser com a tua alma quando entrar na eternidade? Muitos me diriam, Deus é que sabe! Considero que a minha pergunta não foi respondida. E prossigo na minha investigação. Você não gostaria de saber? – talvez obtivesse por resposta, ninguém sabe! O Senhor Jesus deu uma luz a esse respeito: quem está em trevas não sabe para onde vai. I João 2.11. Quem anda na luz terá a luz da vida. João 8.12. Linda resposta. Não culpe ninguém por não ter certeza da tua salvação, venha conhecer o Senhor Jesus. Ele te garante que aquele que o segue, não provará a condenação. Ninguém pecou para que você fosse infeliz. Essa amargura pela qual você esta passando é resultado da escolha que tua alma fez no mundo das coisas inferiores em busca da felicidade. Deus é o cominho da felicidade. E o caminho para ele esta em reconhecer seu filho unigênito como Senhor e Salvador de tua alma. Ao escolher as coisas de cima, a alma flui rumo a excelência divina e restaura sua semelhança com o criador. O Filósofo cristão da Idade Média Santo Agostinho disse que “o mal é a deficiência do ser”. Não se trata de uma substância. Satanás foi deficiente na escolha dele próprio, em lugar de Deus. O homem foi deficiente quando não escolheu obedecer a Deus dando ouvido ao tentador. O primeiro por deliberação, e o segundo por indução. Ambos foram deficientes, e caíram no mal. Entretanto, Deus condenou o homem por ter pecado. Mas, adverte; “Deus não enviou seu filho ao mundo para que condenasse o mundo, mas, para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado”. Sendo o dono de minha vontade, posso escolher o meu futuro. A alma que culpa outra é porque rompeu consigo mesma e aboliu a decisão de fazer a escolhe do bem, (Jesus).

Deus te abençoe. Pr. J. A. de Oliveira.

Publicado por: José A Oliveira | outubro 21, 2009

O conhecimento da verdade.

Pr Oliveira

O conhecimento da verdade.

A renovação do entendimento segundo escreveu o Apóstolo São Paulo, é o culto racional. Este texto quando comparado ao de Hebreus 11.6, mostra a impossibilidade de se relacionar com a verdade (Deus), porque sem fé não poderá crer que ela (a Verdade) existe. Neste texto cujo autor não se deu a conhecer, a fé e a razão são condições determinantes para se chegar ao conhecimento da verdade absoluta. Tanto o filósofo que busca prova racional, quanto o místico que crê cegamente, poderá cometer erro se não unir as duas bases necessárias (a fé e a razão) para se conhecer a Deus, em quem se encerra toda ciência. A fé é pode conduzir aos deuses. Tomo como base deste meu argumento, o fato de que todo ser humano é capaz de exercer fé em alguma divindade. Entretanto apenas a fé não é suficiente para ajudá-lo na escolha do Deus Uno. A prova disso, é que todo ser humano adora algum deus em uma pluralidade de religião. Havendo neste universo religioso até quem adore a vaca, o Sol, uma imagem de homem feita de pau, pedra ou metais, e até mesmo os fenômenos da natureza. Em fim, quase não é possível mensurar este politeísmo mundial nas diversas religiões. Percebe-se também, que até quem não crê em Deus tem fé. Fazem isto afirmando por negação: quando afirmam que Deus não existe, necessitam de fé para crer no que estão afirmando. Assim como é indispensável a fé para crer em sua existência, é também para crer na sua inexistência. E ai está uma manifestação de fé em certo momento. Se por um lado o filósofo não poder conhecer a Deus somente pelo uso da razão, por outro semelhante o místico não o fará apenas por meio da fé. O primeiro procura prova física evidente da existência de um Deus invisível. O segundo não pode escolher corretamente o verdadeiro Deus. O primeiro duvida de tudo, e o segundo acredita em tudo que se apresenta como deus. Como se percebe, nenhum deles chegará a lugar algum. Pois um, apresenta uma racionalidade cética, e o outro uma fé irracional. Enfim se o Místico unir a sua fé à razão, e o filósofo iluminar a sua racionalidade com a fé conhecerão enfim a fé racional de que falou o escritor de Aos Hebreus. Quem vai dizer ao filósofo que ele necessita de crer no Deus invisível é a fé. E quem vai dizer ao místico que ele está adorando o deus errado é a razão. Mas, como ela fará isso? Pelo principio de reconhecimento. (Aquilo que a alma vê é também aquilo que ela é em certo sentido). O homem sai de Deus pelo sopro de sua boca, e volta para ele quando o mesmo sopro se esvai com a morte. Durante todo caminho nesta vida, sai peregrinando migrando de uma religião para outra procurando um Deus de quem é semelhante. Agostino vai dizer que, ao percorrer este caminho, ele arrasta seus pecados testemunhando sua mortalidade. Seria o homem dotado de inteligência e razão semelhante à vaca, ou à imagem feita de pau, pedra ou metais? Certamente, não. O processo de reconhecimento consiste em ele levantar o rosto, contemplar racionalmente a matriz de onde sua existência procede. A razão vai dizer com qual Deus o homem é parecido. Agora que a alma já sabe se identificar com o seu criador, resta apenas um caminho. Ela terá de tomar sua própria decisão. Porque ainda arrasta após si o testemunho de seus pecados que anuncia o seu fim, a morte. Ela deseja a verdade, a vida, e agora já sabe quem é a verdade e a vida. Eis, portanto, a opção única de se salvar. Agostinho vai dizer que ela está em si mesma incapacitada de se auto-iluminar. Já recebeu a luz do conhecimento (a fé racional) que lhe possibilita ilimitadamente crer na verdade, mas a decisão de se entregar a esta verdade fará toda diferença. Se por um lado está dito que a filosofia é a sabedoria do homem, e a fé é a loucura de Deus, por outro se diz que a loucura de Deus é mais sábia do que os homens.

Por Pastor Oliveira (Teologia Filosófica)

 

Publicado por: José A Oliveira | outubro 21, 2009

Babel hoje – Desenvolvimento ou revolução contra Deus?

Pr Oliveira

Babel hoje – Desenvolvimento ou revolução contra Deus?

Gênesis 11.0 4 Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. É considerável o número dos querem tocar o Céu! O homem sempre foi teimoso quando a questão envolve obediência a Deus. Não havia problema algum no desejo de construir uma torre para nela representar tecnologia, cultura ou qualquer outro fim social. Mas em Babel a coisa não foi bem assim. Babel é o símbolo da arrogância humana e da soberba contra Deus sua palavra. Para que isso fique mais claro devo lembrar o leitor sobre a palavra do Senhor e sobre a mensagem nela contida que determinava exatamente o contrário. Perceba que tudo que contraria a verdade necessariamente pressupõe a mentira. Babel incorpora ideais anti Deus. Lançarei mão do texto sagrado para garantir que todos vão ler, porque pode ser que o Diabo os impeçam de fazê-lo. Gênesis 1. 28 “Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a”. Perceba que a idéia de construir uma torre incluía a de não se espalhar sobre a terra, exatamente em oposição à ordem divina de encher a Terra. O agravante é ainda acrescido ao de construir um nome que fosse capaz de suplantar qualquer autoridade que não viesse de um comando presencial. O nome incorpora a totalidade de um ser, e por certo a idéia de um superior ao que deu o primeiro comando: Deus. Assim, o homem mortal se declara publicamente contra o comando do seu criador e se recusa definitivamente obedecer-lhe a palavra. Os Babelianos encontram na modernidade autêntica representação. Pois nossa geração tem se mostrado tal e qual. Se vocês acham que estou exagerando prestem atenção que até nos louvores apresentados a Deus encontramos a palavra “até tocar o Céu”. A disputa do espaço de engrandecimento do nome está em toda parte. Tanto na sociedade profana como na cristã. O atrevimento e tal que nem mesmo os que se dizem servos de Deus aceitam mais ser como Jesus Cristo foi. Alegam que ele foi pobre para que o homem fosse rico. Esqueceram-se de que este enriquecimento não é necessariamente monetário. Porque Ele disse: “os pobres sempre os tereis convosco”. Outra vez “bem aventurados os pobres. Marcos 14.07”. Acredito que o povo cristão não está preparado para enfrentar uma perseguição tal qual ocorreu na idade média. Ainda estamos comprometidos com o EU da arrogância! Cada um de nós está construindo a sua torre e nela gravando o próprio nome mesmo que a tinta seja o sangue até mesmo de um irmão. O Apóstolo Paulo advertia seus concidadãos a que se despertassem do sono que dormiam entre os que já tinham provado a morte do espírito antes mesmo da do corpo. (Efésios 5. 14 Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará). A construção do nome. Deus quando nos chamou para a sua graça, não recusou dar-nos o que de direito. Pelo contrario Ele mesmo promete que aos que permanecerem fieis até o fim receberão um novo nome o qual ninguém conhece a não ser aquele que o recebe. (Apocalipse 2.17). Quando fez a chamada a Abraão o pai da fé, o quinhão do patriarca incluía o engrandecimento do nome, e a promessa de fazer dele uma benção (Gênesis 12.02). Se alguém tiver dúvidas de que o Senhor deseja que o nosso nome seja engrandecido preste atenção na cena da pecadora que ungiu os pés de Jesus e a promessa que ela recebeu do mestre: Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para sua memória. (Marcos 14.9). Aos amantes de babel dos tempos modernos sejam advertidos: Deus não tem o culpado por inocente. É Ele quem constrói a história do nosso nome porque toda grandeza inclui a idéia de algo maior e Ele é a grandeza da qual não se pode pensar nada maior. Portanto engrandecei-o comigo e demos-lhe glória porque grande e tremendo é o seu nome. Em Babel Ele confunde a língua para espalhar, mas, em pentecoste Ele o faz para nos ajuntar. Os céus dos céus pertencem a Ele, mas, a Terra a deu aos filhos dos homens. Louvado seja o nome do Senhor que fez os Céus e a Terra. Amém.

Pr. J. A. de Oliveira

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